2REIS.
" 2 Reis, 17:13-14. - Todavia o Senhor advertiu a Israel e a Judá pelo ministério de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: Voltai de vossos maus caminhos, e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, conforme toda a lei que ordenei a vossos pais e que vos enviei pelo ministério de meus servos, os profetas. Eles porém, não deram ouvidos; antes endureceram a sua cerviz, como fizeram seus pais, que não creram no Senhor seu Deus".
Dando sequência as mensagens dos livros do antigo testamento, ou antiga aliança como também são conhecidos, estamos agora no segundo livro dos Reis e o sétimo dos livros históricos, que no total são doze. O local que se passa o livro é Jerusalém e Judá, a data do livro é 560--550 aC. tendo como tema os reis de Israel e Judá.
O Livro de Segundo Reis continua a traçar o curso turbulento dos reinos de Israel e Judá. Eliseu tomou o manto de Elias e foi abençoado com duas parcelas do espírito de Elias, realizando 16 milagres, em comparação com os 8 de Elias. Ele continuou a profetizar a condenação do Israel apóstata, onde apenas Jeú forneceu um breve lampejo de zelo por Deus. Os reis de Israel se afundaram cada vez mais na iniqüidade, até que finalmente o reino setentrional caiu diante da Assíria. No meridional reino de Judá, alguns reis de destaque, notavelmente Jeosafá, Jeoás, Ezequias e Josias, detiveram a onda de apostasia por algum tempo, mas, por fim, Nabucodonosor executou o julgamento de Deus por devastar Jerusalém, seu templo, e a terra de Judá. Assim se cumpriram as profecias de Deus e se vindicou a sua palavra!
Como já foi mencionado no segundo livro dos Reis é descrito o arrebatamento de Elias. Eliseu, seu servo, recolheu o manto deixado por seu mestre e recebeu dupla porção de seu espírito; ser-lhe-ia imprescindível esse duplo revestimento, pois, em circunstâncias mais difíceis ainda, ele advertiria o povo em nome do Senhor. É bem significativo que a Escritura mencione nove milagres realizados por Elias e dezoito por Eliseu.
Esses dois profetas israelitas exerceram seu ministério principalmente na região de Samaria; era preciso que um testemunho fosse dado ao povo eleito antes do seu supremo castigo. Os reis de Israel foram, quase todos, os artífices dessa ruína, favorecendo por sua idolatria o triunfo da mentira e da imoralidade. Nos livros dos Reis, cada um deles é estigmatizado com uma frase que aparece cerca de vinte vezes, como sinistro refrão: “Ele fez o que era mau aos olhos do SENHOR”.
Por um lado, Deus enviou profetas para advertir Seu povo; por outro lado, suscitou instrumentos para o castigar. Em primeiro lugar, foram homens escolhidos no seio de Israel, para punir Jeroboão, em relação a Salomão, e Jeú, em relação à casa de Acabe; depois monarcas pagãos: Azael e Ben-Hadade, reis da Síria, Salmanasar e Senaqueribe, reis da Assíria, Faraó Neco, rei do Egito, Nabucodonosor, rei da Babilônia. Consciente ou inconscientemente, eles cumpriram a Palavra do Senhor, coisa que o texto sagrado sublinha claramente.
No reino de Judá, todavia, a “Lâmpada de Davi” continua a brilhar (confira 2 Reis 8:19) durante certo tempo; os levitas servem a Deus em Seu santuário ou voltam ao sacerdócio após períodos de apostasia. Muitos reis se aproximaram do Senhor e exercem uma influência determinante sobre Judá: Asa (1 Reis 15:11), Josafá (1 Reis 22:7), Joás (2 Reis 12:2) e sobretudo Ezequias (2 Reis 18:3) e Josias(2Reis22:2).
Amigos leitores, sigamos as pegadas dos servos de Deus do Velho Testamento: Elias, Eliseu, Ezequias, Josias, etc. Como eles, aprendamos a ir contra a correnteza e a permanecer retos diante de Deus e íntegros diante dos homens; ante a maré ascendente da incredulidade e iniqüidade, o Senhor precisa de testemunhas da têmpera desses grandes heróis de outrora, apresentados pelos livros históricos da Bíblia.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
Mensagens.
domingo, 13 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
1 Reis. 2016.
1 Reis.
1 Reis, 9:4-5- Ora, se tu andares perante mim como andou Davi, teu pai, com inteireza de coração e com eqüidade, fazendo conforme tudo o que te ordenei, e guardando os meus estatutos e as minhas ordenanças, então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como prometi a teu pai Davi, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel.
Estamos agora na metade dos livros históricos do antigo testamento, o livro de Reis, originalmente assim como os livros de Samuel, era em um único volume, que foi então dividido na tradução dos setenta. Quanto ao autor, ele é desconhecido, embora alguns defendam que foi Jeremias quem escreveu o livro de Reis; a date desse livro é de 560---550 aC.
O propósito de Reis é fazer um constraste entre a vida daqueles que seguem em obediência a Deus com aqueles que se recusam a agir assim, a temática do livro é os Reis de Israel e de Judá, as pessoas chaves deste livro é Davi, Salomão, Roboão, Jeroboão, Elias, Acabe e Jezabel. Não há mensão neste livro de seu autor, mas certamente quem escreveu traz a luz do concerto de Deus com o povo. O autor também cita outras fontes literárias, como por exemplo o livro das crônicas. Esse é mais um dos belíssimos livros da Bíblia Sagrada, seus textos são precisos, e suas profecias se cumpriram uma a uma. Tudo decorre da desobediência e diante de Deus, obedecer, como já foi dito em livros anteriores, não ouvir a Deus tem suas consequências ruins, assim como ouvir coisas boas tem bons resultados em nossa vida.
Conteúdo geral
Como indica o próprio título, os livros tratam dos reis de Israel e de Judá desde a morte de Davi (971) até a ruína de Samaria (722 ou 721), respectivamente de Jerusalém (587 aC), abrangendo ao todo 19 reis de Israel e outros tantos de Judá e 250, respectivamente 385, anos de história de Israel e Judá. Recebem desenvolvimento mais amplo os reinados de Salomão (1Rs 1–11), Acab (1Rs 17–22: Elias e guerras com os arameus), Ezequias (2Rs 18–20) e Josias (2Rs 22–23). Além dos reis merecem atenção especial os profetas: um “homem de Deus” anônimo e o profeta de Betel (1Rs 13), Aías (14,1-18) e sobretudo Elias e Eliseu com os respectivos ciclos (1Rs 17– 2Rs 13, com interrupções).
Esquema geral dos relatos dos reis
Exceto poucos casos especiais, o esquema regular, expresso por fórmulas estereotipadas, é o seguinte: começa-se indicando o nome e o ano de reinado do rei vizinho (sincronismo), a duração do reinado e a apreciação teológica ou religiosa do respectivo rei. Para os reis de Judá também são indicadas a idade ao subir ao trono e o nome e origem da rainha-mãe. Seguem a história propriamente dita e os sucessos do reinado; as notícias às vezes são muito resumidas ou mesmo omitidas. Na conclusão citam-se fontes mais amplas, a morte e o lugar da sepultura e finalmente o nome do sucessor. Os sincronismos naturalmente cessam com a queda do reino de Israel. Este esquema geral aparece a primeira vez completo com o rei Roboão (1Rs 14,21-24.29-31).
O critério da apreciação dos reis é a centralização do culto no templo de Jerusalém
Os que toleraram ou praticaram cultos fora deste templo, são todos reprovados. Portanto, Jeroboão I e todos os demais reis do Norte são condenados pelo “pecado de Jeroboão” que consistiu na ereção e manutenção dos santuários de Dã e Betel. A maior parte dos reis do Sul é reprovada por ter tolerado ou não ter suprimido cultos fora do templo salomônico. Apenas Ezequias e Josias são plenamente aprovados, enquanto Asa, Josafá, Joás, Azarias e Joatão o são com ressalvas.
No livro de Reis vemos Elias, que é seguramente um dos maiores profetas, e os capítulos 17--22 são caracterizados por seu conflito com o perverso Acabe e Jezabel em Israel, Em um dos confrontos mais dramáticos da história, Elias derrotou os profetas no monte Carmelo, provando que somente Deus tem o poder. Esses são pequenos apanhados de 1 Reis, para não perder o costume, convido-os a leitura da Bíblia sagrada, tenho certeza que Deus falará com cada um de vocês que se proporem fazer a leitura diária da Bíblia.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
1 Reis, 9:4-5- Ora, se tu andares perante mim como andou Davi, teu pai, com inteireza de coração e com eqüidade, fazendo conforme tudo o que te ordenei, e guardando os meus estatutos e as minhas ordenanças, então confirmarei o trono de teu reino sobre Israel para sempre, como prometi a teu pai Davi, dizendo: Não te faltará varão sobre o trono de Israel.
Estamos agora na metade dos livros históricos do antigo testamento, o livro de Reis, originalmente assim como os livros de Samuel, era em um único volume, que foi então dividido na tradução dos setenta. Quanto ao autor, ele é desconhecido, embora alguns defendam que foi Jeremias quem escreveu o livro de Reis; a date desse livro é de 560---550 aC.
O propósito de Reis é fazer um constraste entre a vida daqueles que seguem em obediência a Deus com aqueles que se recusam a agir assim, a temática do livro é os Reis de Israel e de Judá, as pessoas chaves deste livro é Davi, Salomão, Roboão, Jeroboão, Elias, Acabe e Jezabel. Não há mensão neste livro de seu autor, mas certamente quem escreveu traz a luz do concerto de Deus com o povo. O autor também cita outras fontes literárias, como por exemplo o livro das crônicas. Esse é mais um dos belíssimos livros da Bíblia Sagrada, seus textos são precisos, e suas profecias se cumpriram uma a uma. Tudo decorre da desobediência e diante de Deus, obedecer, como já foi dito em livros anteriores, não ouvir a Deus tem suas consequências ruins, assim como ouvir coisas boas tem bons resultados em nossa vida.
Conteúdo geral
Como indica o próprio título, os livros tratam dos reis de Israel e de Judá desde a morte de Davi (971) até a ruína de Samaria (722 ou 721), respectivamente de Jerusalém (587 aC), abrangendo ao todo 19 reis de Israel e outros tantos de Judá e 250, respectivamente 385, anos de história de Israel e Judá. Recebem desenvolvimento mais amplo os reinados de Salomão (1Rs 1–11), Acab (1Rs 17–22: Elias e guerras com os arameus), Ezequias (2Rs 18–20) e Josias (2Rs 22–23). Além dos reis merecem atenção especial os profetas: um “homem de Deus” anônimo e o profeta de Betel (1Rs 13), Aías (14,1-18) e sobretudo Elias e Eliseu com os respectivos ciclos (1Rs 17– 2Rs 13, com interrupções).
Esquema geral dos relatos dos reis
Exceto poucos casos especiais, o esquema regular, expresso por fórmulas estereotipadas, é o seguinte: começa-se indicando o nome e o ano de reinado do rei vizinho (sincronismo), a duração do reinado e a apreciação teológica ou religiosa do respectivo rei. Para os reis de Judá também são indicadas a idade ao subir ao trono e o nome e origem da rainha-mãe. Seguem a história propriamente dita e os sucessos do reinado; as notícias às vezes são muito resumidas ou mesmo omitidas. Na conclusão citam-se fontes mais amplas, a morte e o lugar da sepultura e finalmente o nome do sucessor. Os sincronismos naturalmente cessam com a queda do reino de Israel. Este esquema geral aparece a primeira vez completo com o rei Roboão (1Rs 14,21-24.29-31).
O critério da apreciação dos reis é a centralização do culto no templo de Jerusalém
Os que toleraram ou praticaram cultos fora deste templo, são todos reprovados. Portanto, Jeroboão I e todos os demais reis do Norte são condenados pelo “pecado de Jeroboão” que consistiu na ereção e manutenção dos santuários de Dã e Betel. A maior parte dos reis do Sul é reprovada por ter tolerado ou não ter suprimido cultos fora do templo salomônico. Apenas Ezequias e Josias são plenamente aprovados, enquanto Asa, Josafá, Joás, Azarias e Joatão o são com ressalvas.
No livro de Reis vemos Elias, que é seguramente um dos maiores profetas, e os capítulos 17--22 são caracterizados por seu conflito com o perverso Acabe e Jezabel em Israel, Em um dos confrontos mais dramáticos da história, Elias derrotou os profetas no monte Carmelo, provando que somente Deus tem o poder. Esses são pequenos apanhados de 1 Reis, para não perder o costume, convido-os a leitura da Bíblia sagrada, tenho certeza que Deus falará com cada um de vocês que se proporem fazer a leitura diária da Bíblia.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
terça-feira, 1 de março de 2016
O manifesto 13.
TALVEZ UM DIA.
Não temos valor algum, afinal, o que nós somos para a elite mundial? Certamente que, como alguém bem disse certa vez: " Para eles somos descartáveis e sem valor, tal qual gado no pasto." Se pararmos para pensar é bem verdade, pelo menos é o sentimento que está predominando em mim, que está forte dentro da peito deixando a alma doente. É bem isso que eles querem, ver-nos doentes, moribundos, desfalecidos, essa é a imagem do pobre trabalhador Brasileiro, imagem de desolação, semblante caído, vencido por um sistema que massacra, um sistema que aniquila aos poucos, essa é a grande verdade, a de que estamos sendo eliminados; mortos dia após dia hora após hora, estamos sendo aniquilados.
O governo com suas mandíbulas de ferro destroça os mais pobres e mais humildes, arrancando - lhes pedaço por pedaço, até que não sobre mais nada, o povo brasileiro está sendo dizimado aos poucos, de um modo silencioso, quase imperceptível. As ruas das nossas cidades denunciam o descaso das elites governamentais, enquanto muitos estão morrendo de fome sem ter onde dormir, os políticos desse país vivem sobre um teto luxuoso, comendo especialidades com valores exorbitantes, tomando vinhos em garrafas pequenas, cujo o preço ultrapassa a casa dos noventa mil reias, isso é apenas um detalhe que descobri, essa elite podre anda dizendo que governa para o bem do povo; será mesmo? A grande verdade que os brasileiros não querem enxergar que estão sendo sugados, tal qual um vampiro sua o sangue da sua vitima, assim somos nós nas unhas desses governantes.
A vida não tem sido nada fácil para milhões de Brasileiros, ainda mais em tempos de crise, tempos de dificuldades, todavia, existem muitos patrões que estão se aproveitando da crise para pesar sobre o trabalhador as suas consequências, reduzindo salários e cortando benefícios, a principio, alguém pode até dizer que é efeito da crise, que todos têm que colaborar, e tal... Mas tem muitos aproveitadores, a exemplo dos governantes, que só querem reduzir de quem não tem nada, eu tenho conhecimento de muitas empresas nessas situações, explorando o funcionário, sendo que estes mesmo que se dizem preocupados com a crise, são os que menos ajudam de fato, os seus salários, a exemplo dos governantes, são altíssimos, eles têm carros luxuosos alugados para sua disposição, e tantas outras coisas desnecessárias, e se acham no direito de tirar do pobre.
Quanto mais trabalhamos menos valor temos, essa é uma verdade, eu mesmo sou uma prova viva disso, durante treze anos da minha vida trabalhei como refratarista em uma empresa metalúrgica, eu fazia manutenção em cubas de redução de oxigênio de alumínio. Durante todos esses anos trabalhei pesado, em local fechado, com temperaturas altíssimas, e uma poluição sem iqual. Lembro-me de quando entrei na empresa, Lembro-me de ouvi alguém dizer: "vista a camisa da empresa, trabalhe duro e faça o seu nome dentro da empresa." que tolice foi a minha, acatei o que me disseram, e trabalhei anos a fio de sol a sol, na maioria das vezes doente, o resultado de tanto sacrifício foi a deterioração da minha saúde; hoje tenho quatro parafusos na coluna e uma prótese intervertebral. Essa foi minha paga.
Não era da minha vontade fazer uma cirurgia na coluna, mas eu estava com desgaste no disco, L4 e L5, com hérnia de disco, as dores eram insuportáveis, cheguei a travar dentro da minha própria casa, eu já não exercia a minha função tão bem, surgiu então ums oportunidade de mudar de setor, e assim foi, recolocado em uma nova função eu pensava que seria mil maravilhas, mais uma vez me enganei, o que tinha de pior naquele setor sobrou para mim, foi quando tive que fazer a cirurgia. Agora encostado no INSS, estou passando por situação que muitos brasileiros passam todos os dias; humilhação e descaso; esse é o nosso Brasil, que não valoriza sua maior riqueza, que é o seu povo. Ficar o dia inteiro em uma fila de INSS não é para os fracos, definitivamente não é para os fracos de espírito, somente guerreiros de verdade conseguem tal proeza.
Não há muito o que fazer por esse país de corruptos e ladrões, a única maneira, ainda que muito improvável, é o período de eleições, mas para ser bem sincero, particularmente eu não creio no voto, no meu entender é tudo manipulação, ganha as eleições quem eles querem, quem eles escolhem segundo os seus interesses, sempre foi assim e não vai ser dessa vez que vai mudar. A verdade é essa, que a elite mundial, os senhores do mundo, determinam tudo em nosso país, o presidente é um mero fantoche nas mãos dos verdadeiros donos desse país, e acreditem, os donos do país não somos nós, o povo, pelo contrário, a vista deles somos considerados gado. Que Deus tenha misericórdia das nossas almas, porque os homens não tem nem um pouco de misericórdia.
Talvez um dia tudo mude, talvez um dia os governantes mudem, bem sabemos que é quase impossível essa mudança, e se de fato acontecer será sem dúvidas um verdadeiro milagre. Enquanto o milagre não acontece, nós continuamos nas garras afiados desses déspotas tiranos. Todos são iguais, estão no mesmo nível, se um cair, todos caem juntos, por isso é tão difícil se conseguir algum resultado positivo neste quisto, quando a coisa parecer andar, quando achamos que esse ou aquele vai ser detido, vem a surpresa e acaba tudo em pizza, e nós o povo brasileiro, continuamos a sonhar com um talvez que nunca chega, um amanhã tão improvável quanto incerto. Somos manipuláveis, esse é o grande problema, somos fáceis demais, nos conquistam com poucas palavras vazias.
Enquanto escrevo esse artigo, estou esperando ser atendido no INSS, o local está lotado de pessoas aquardando impacientes para serem atendidas, a maioria delas está aqui a mais de cinco horas. Homens, mulheres, idosos, doentes, todos buscando o que lhes é de direito por lei, porém, o nosso governo nega aquilo que nos pertence, afinal, pagamos os nossos impostos corretamente, contribuímos com o INSS dando parte de nossos salários, no objetivo de quando precisarmos de ajuda seja na aposentadoria ou em afastamento médico, sejamos bem atendidos e assegurados, todavia não é que acontece, infelizmente.
Fica aqui registrado o meu descontentamento com essa raça de víboras rastejantes, que Deus nos quarde da maldade desse corações malignos.
Não temos valor algum, afinal, o que nós somos para a elite mundial? Certamente que, como alguém bem disse certa vez: " Para eles somos descartáveis e sem valor, tal qual gado no pasto." Se pararmos para pensar é bem verdade, pelo menos é o sentimento que está predominando em mim, que está forte dentro da peito deixando a alma doente. É bem isso que eles querem, ver-nos doentes, moribundos, desfalecidos, essa é a imagem do pobre trabalhador Brasileiro, imagem de desolação, semblante caído, vencido por um sistema que massacra, um sistema que aniquila aos poucos, essa é a grande verdade, a de que estamos sendo eliminados; mortos dia após dia hora após hora, estamos sendo aniquilados.
O governo com suas mandíbulas de ferro destroça os mais pobres e mais humildes, arrancando - lhes pedaço por pedaço, até que não sobre mais nada, o povo brasileiro está sendo dizimado aos poucos, de um modo silencioso, quase imperceptível. As ruas das nossas cidades denunciam o descaso das elites governamentais, enquanto muitos estão morrendo de fome sem ter onde dormir, os políticos desse país vivem sobre um teto luxuoso, comendo especialidades com valores exorbitantes, tomando vinhos em garrafas pequenas, cujo o preço ultrapassa a casa dos noventa mil reias, isso é apenas um detalhe que descobri, essa elite podre anda dizendo que governa para o bem do povo; será mesmo? A grande verdade que os brasileiros não querem enxergar que estão sendo sugados, tal qual um vampiro sua o sangue da sua vitima, assim somos nós nas unhas desses governantes.
A vida não tem sido nada fácil para milhões de Brasileiros, ainda mais em tempos de crise, tempos de dificuldades, todavia, existem muitos patrões que estão se aproveitando da crise para pesar sobre o trabalhador as suas consequências, reduzindo salários e cortando benefícios, a principio, alguém pode até dizer que é efeito da crise, que todos têm que colaborar, e tal... Mas tem muitos aproveitadores, a exemplo dos governantes, que só querem reduzir de quem não tem nada, eu tenho conhecimento de muitas empresas nessas situações, explorando o funcionário, sendo que estes mesmo que se dizem preocupados com a crise, são os que menos ajudam de fato, os seus salários, a exemplo dos governantes, são altíssimos, eles têm carros luxuosos alugados para sua disposição, e tantas outras coisas desnecessárias, e se acham no direito de tirar do pobre.
Quanto mais trabalhamos menos valor temos, essa é uma verdade, eu mesmo sou uma prova viva disso, durante treze anos da minha vida trabalhei como refratarista em uma empresa metalúrgica, eu fazia manutenção em cubas de redução de oxigênio de alumínio. Durante todos esses anos trabalhei pesado, em local fechado, com temperaturas altíssimas, e uma poluição sem iqual. Lembro-me de quando entrei na empresa, Lembro-me de ouvi alguém dizer: "vista a camisa da empresa, trabalhe duro e faça o seu nome dentro da empresa." que tolice foi a minha, acatei o que me disseram, e trabalhei anos a fio de sol a sol, na maioria das vezes doente, o resultado de tanto sacrifício foi a deterioração da minha saúde; hoje tenho quatro parafusos na coluna e uma prótese intervertebral. Essa foi minha paga.
Não era da minha vontade fazer uma cirurgia na coluna, mas eu estava com desgaste no disco, L4 e L5, com hérnia de disco, as dores eram insuportáveis, cheguei a travar dentro da minha própria casa, eu já não exercia a minha função tão bem, surgiu então ums oportunidade de mudar de setor, e assim foi, recolocado em uma nova função eu pensava que seria mil maravilhas, mais uma vez me enganei, o que tinha de pior naquele setor sobrou para mim, foi quando tive que fazer a cirurgia. Agora encostado no INSS, estou passando por situação que muitos brasileiros passam todos os dias; humilhação e descaso; esse é o nosso Brasil, que não valoriza sua maior riqueza, que é o seu povo. Ficar o dia inteiro em uma fila de INSS não é para os fracos, definitivamente não é para os fracos de espírito, somente guerreiros de verdade conseguem tal proeza.
Não há muito o que fazer por esse país de corruptos e ladrões, a única maneira, ainda que muito improvável, é o período de eleições, mas para ser bem sincero, particularmente eu não creio no voto, no meu entender é tudo manipulação, ganha as eleições quem eles querem, quem eles escolhem segundo os seus interesses, sempre foi assim e não vai ser dessa vez que vai mudar. A verdade é essa, que a elite mundial, os senhores do mundo, determinam tudo em nosso país, o presidente é um mero fantoche nas mãos dos verdadeiros donos desse país, e acreditem, os donos do país não somos nós, o povo, pelo contrário, a vista deles somos considerados gado. Que Deus tenha misericórdia das nossas almas, porque os homens não tem nem um pouco de misericórdia.
Talvez um dia tudo mude, talvez um dia os governantes mudem, bem sabemos que é quase impossível essa mudança, e se de fato acontecer será sem dúvidas um verdadeiro milagre. Enquanto o milagre não acontece, nós continuamos nas garras afiados desses déspotas tiranos. Todos são iguais, estão no mesmo nível, se um cair, todos caem juntos, por isso é tão difícil se conseguir algum resultado positivo neste quisto, quando a coisa parecer andar, quando achamos que esse ou aquele vai ser detido, vem a surpresa e acaba tudo em pizza, e nós o povo brasileiro, continuamos a sonhar com um talvez que nunca chega, um amanhã tão improvável quanto incerto. Somos manipuláveis, esse é o grande problema, somos fáceis demais, nos conquistam com poucas palavras vazias.
Enquanto escrevo esse artigo, estou esperando ser atendido no INSS, o local está lotado de pessoas aquardando impacientes para serem atendidas, a maioria delas está aqui a mais de cinco horas. Homens, mulheres, idosos, doentes, todos buscando o que lhes é de direito por lei, porém, o nosso governo nega aquilo que nos pertence, afinal, pagamos os nossos impostos corretamente, contribuímos com o INSS dando parte de nossos salários, no objetivo de quando precisarmos de ajuda seja na aposentadoria ou em afastamento médico, sejamos bem atendidos e assegurados, todavia não é que acontece, infelizmente.
Fica aqui registrado o meu descontentamento com essa raça de víboras rastejantes, que Deus nos quarde da maldade desse corações malignos.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
2 Samuel. 2016.
2 SAMUEL.
" 2 Samuel, 5:12 - Entendeu, pois, Davi que o Senhor o confirmara rei sobre Israel, e que exaltara e reino dele por amar do seu povo Israel."
Este é o quinto livros dos doze que formam os livros históricos do antigo testamento, originalmente 1 e 2 Samuel formavam um só livro no antigo testamento Hebraico. Vindo a serem separados na tradução da Septuaginta para o grego, 2 Samuel continua a história profética do aspecto teocrático da monarquia de Israel, ilustra a fundo, com exemplos do reinado de Davi é a sua vida pessoal, as condições do concerto de Israel, conforme foi definido por Moisés em Deuteronômio. Como o primeiro a autoria do livro é anônima, seu tema e o reinado de Davi e a sua data é algo como os fins do século X aC.
A obediência a Deus concernentes ao concerto divino resultava em bênçãos, despreza - lás portanto, resultava em maldições e castigos, embora estejamos em um período denominado de tempo da graça, e não dá lei vigente na antiga aliança, esse princípio de obediência é divino e imutável, e se aplica a todo e qualquer tempo na vida de qualquer Cristão, obedecer sempre resulta em benefícios para as nossas vidas, a desobediência, também tem seu resultado, muito ruim por sinal. Devemos ser obedientes, Davi foi um grande rei, teve uma comunhão grande com Deus, mesmo assim, teve momentos em que desobedeceu, ainda depois de arrepender-se e ser perdoado por Deus, seu ato de desobediência teve consequências na sua vida e de sua família, portanto, sejamos obedientes.
O livro enfoca a ascendência de Davi ao trono e dos quarenta anos de seu reinado. Inicia-se com a morte de Saul e Jônatas na batalha do monte Gilboa. Davi é então ungido rei sobre Judá, sua tribo. Há uma disputa pelo poder entre a casa de Saul representada por Is-Bosete, filho de Saul em maquinação com Abner comandante dos exércitos de Saul (2.8). O reino de Israel fica com Is-Bosete, mas, aparentemente quem governa é Abner.
Abner decide entregar o reino a Davi. Infelizmente durante essa missão Abner foi assassinado. O narrador teve a cautela de afirmar que havia inimizade entre Abner e Joabe (cap. 2) de forma que o leitor entenda que quando Joabe matou Abner, ele o fez por motivos pessoais, não por ordem de Davi (3.28-39). Da mesma maneira o narrador queria mostrar que Davi não matou nem mandou matar o rei de Israel, Is-Bosete (cap. 4).
Davi executou o amalequita que afirmou ter matado Saul (1.1-16), executou também os assassinos de Is-Bosete (cap. 4). Ele censurou e condenou a atitude de Joabe pelo assassinato de Abner (3.28-39). Também deve ser observado o lamento de Davi por Saul (1.17-27) e a bondade para com o filho de Jônatas, Mefibosete. Tudo isso foi usado pelo narrador para demonstrar a ausência de agressão de Davi com respeito à casa de Saul.
Após a morte de Is-Bosete, os representantes das tribos de Israel vieram e Hebrom e ungiram Davi como rei de toda a nação. Davi reinou durante sete anos e seis meses em Hebrom, e reinou trinta e três anos sobre toda nação em Jerusalém (5.1-5).
Davi unificou tanto a vida religiosa quanto política da nação ao trazer a Arca do Testemunho da casa de Abinadabe, onde havia estado desde que fora recuperada das mãos dos filisteus (6.1-7). Davi derrotou com sucesso os inimigos de Israel, e iniciou um período de estabilidade e prosperidade. Tristemente porém a sua vulnerabilidade e fraqueza o levam ao pecado com Bate-Seba e ao assassinato de Urias, esposo dela. Apesar do arrependimento de Davi depois de confrontado pelo profeta Natã, as consequências da sua ação são declaradas com todas as letras: “Agora, pois, não se apartará a espada jamais de tua casa” (12.10).
O autor deixa evidente o estabelecimento da aliança davídica por Deus. Davi ao ser coroado como rei, não usurpou o trono, antes preferiu sofrer a ser considerado usurpador. Da unção em 1 Samuel 16 à entronização em 2 Samuel 5, a preocupação do narrador era demonstrar que mesmo destinado pelo Senhor para governar Israel, Davi soube esperar com paciência.
Davi foi inicialmente aclamado rei em Hebrom pela tribo de Judá (1 – 4) e depois foi aceito pelas demais tribos após o assassinato de Is-Bosete (5.1-5). A liderança de Davi foi decisiva e eficaz para o fortalecimento da nação. Conquistou Jerusalém, que pertencia aos jebuseus e fez dela sua capital e residência (5.6-14).
Embora a sua ascendência sobre Judá tenha se concretizado sem atritos, há derramamento de sangue antes dele tornar-se rei sobre toda a nação. As narrativas enfatizam que Davi é inocente das mortes de Abner e de Is-Bosete, assim como era inocente da morte de Saul e Jônatas.
No reinado de Davi, o Senhor fez Israel prosperar, derrotar seus inimigos e em cumprimento das promessas divinas ampliar suas fronteiras do Egito até o Eufrates (cap. 8).
Então o Senhor após ter recusado a oferta de Davi de construir-lhe uma casa, faz uma aliança de que a dinastia davídica permaneceria para sempre. Essa promessa é a continuação e especificação da aliança divina feita com os patriarcas e trata-se de um desenvolvimento de grande importância na esperança messiânica que será cumprida em Cristo (7.4-17).
A aliança davídica estabelece que os propósitos de Deus para a casa de Davi são inabaláveis.
Devemos procurar durante a leitura do livro de 2Samuel, as características de santidade na vida de Davi, sua fidelidade, sua paciência, coragem, generosidade, comprometimento e sinceridade.
Assim como Davi, podemos também ser uma pessoa segundo o coração de Deus.
Continuem lendo a Bíblia, este maravilhoso livro, a voz de Deus para nós.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
" 2 Samuel, 5:12 - Entendeu, pois, Davi que o Senhor o confirmara rei sobre Israel, e que exaltara e reino dele por amar do seu povo Israel."
Este é o quinto livros dos doze que formam os livros históricos do antigo testamento, originalmente 1 e 2 Samuel formavam um só livro no antigo testamento Hebraico. Vindo a serem separados na tradução da Septuaginta para o grego, 2 Samuel continua a história profética do aspecto teocrático da monarquia de Israel, ilustra a fundo, com exemplos do reinado de Davi é a sua vida pessoal, as condições do concerto de Israel, conforme foi definido por Moisés em Deuteronômio. Como o primeiro a autoria do livro é anônima, seu tema e o reinado de Davi e a sua data é algo como os fins do século X aC.
A obediência a Deus concernentes ao concerto divino resultava em bênçãos, despreza - lás portanto, resultava em maldições e castigos, embora estejamos em um período denominado de tempo da graça, e não dá lei vigente na antiga aliança, esse princípio de obediência é divino e imutável, e se aplica a todo e qualquer tempo na vida de qualquer Cristão, obedecer sempre resulta em benefícios para as nossas vidas, a desobediência, também tem seu resultado, muito ruim por sinal. Devemos ser obedientes, Davi foi um grande rei, teve uma comunhão grande com Deus, mesmo assim, teve momentos em que desobedeceu, ainda depois de arrepender-se e ser perdoado por Deus, seu ato de desobediência teve consequências na sua vida e de sua família, portanto, sejamos obedientes.
O livro enfoca a ascendência de Davi ao trono e dos quarenta anos de seu reinado. Inicia-se com a morte de Saul e Jônatas na batalha do monte Gilboa. Davi é então ungido rei sobre Judá, sua tribo. Há uma disputa pelo poder entre a casa de Saul representada por Is-Bosete, filho de Saul em maquinação com Abner comandante dos exércitos de Saul (2.8). O reino de Israel fica com Is-Bosete, mas, aparentemente quem governa é Abner.
Abner decide entregar o reino a Davi. Infelizmente durante essa missão Abner foi assassinado. O narrador teve a cautela de afirmar que havia inimizade entre Abner e Joabe (cap. 2) de forma que o leitor entenda que quando Joabe matou Abner, ele o fez por motivos pessoais, não por ordem de Davi (3.28-39). Da mesma maneira o narrador queria mostrar que Davi não matou nem mandou matar o rei de Israel, Is-Bosete (cap. 4).
Davi executou o amalequita que afirmou ter matado Saul (1.1-16), executou também os assassinos de Is-Bosete (cap. 4). Ele censurou e condenou a atitude de Joabe pelo assassinato de Abner (3.28-39). Também deve ser observado o lamento de Davi por Saul (1.17-27) e a bondade para com o filho de Jônatas, Mefibosete. Tudo isso foi usado pelo narrador para demonstrar a ausência de agressão de Davi com respeito à casa de Saul.
Após a morte de Is-Bosete, os representantes das tribos de Israel vieram e Hebrom e ungiram Davi como rei de toda a nação. Davi reinou durante sete anos e seis meses em Hebrom, e reinou trinta e três anos sobre toda nação em Jerusalém (5.1-5).
Davi unificou tanto a vida religiosa quanto política da nação ao trazer a Arca do Testemunho da casa de Abinadabe, onde havia estado desde que fora recuperada das mãos dos filisteus (6.1-7). Davi derrotou com sucesso os inimigos de Israel, e iniciou um período de estabilidade e prosperidade. Tristemente porém a sua vulnerabilidade e fraqueza o levam ao pecado com Bate-Seba e ao assassinato de Urias, esposo dela. Apesar do arrependimento de Davi depois de confrontado pelo profeta Natã, as consequências da sua ação são declaradas com todas as letras: “Agora, pois, não se apartará a espada jamais de tua casa” (12.10).
O autor deixa evidente o estabelecimento da aliança davídica por Deus. Davi ao ser coroado como rei, não usurpou o trono, antes preferiu sofrer a ser considerado usurpador. Da unção em 1 Samuel 16 à entronização em 2 Samuel 5, a preocupação do narrador era demonstrar que mesmo destinado pelo Senhor para governar Israel, Davi soube esperar com paciência.
Davi foi inicialmente aclamado rei em Hebrom pela tribo de Judá (1 – 4) e depois foi aceito pelas demais tribos após o assassinato de Is-Bosete (5.1-5). A liderança de Davi foi decisiva e eficaz para o fortalecimento da nação. Conquistou Jerusalém, que pertencia aos jebuseus e fez dela sua capital e residência (5.6-14).
Embora a sua ascendência sobre Judá tenha se concretizado sem atritos, há derramamento de sangue antes dele tornar-se rei sobre toda a nação. As narrativas enfatizam que Davi é inocente das mortes de Abner e de Is-Bosete, assim como era inocente da morte de Saul e Jônatas.
No reinado de Davi, o Senhor fez Israel prosperar, derrotar seus inimigos e em cumprimento das promessas divinas ampliar suas fronteiras do Egito até o Eufrates (cap. 8).
Então o Senhor após ter recusado a oferta de Davi de construir-lhe uma casa, faz uma aliança de que a dinastia davídica permaneceria para sempre. Essa promessa é a continuação e especificação da aliança divina feita com os patriarcas e trata-se de um desenvolvimento de grande importância na esperança messiânica que será cumprida em Cristo (7.4-17).
A aliança davídica estabelece que os propósitos de Deus para a casa de Davi são inabaláveis.
Devemos procurar durante a leitura do livro de 2Samuel, as características de santidade na vida de Davi, sua fidelidade, sua paciência, coragem, generosidade, comprometimento e sinceridade.
Assim como Davi, podemos também ser uma pessoa segundo o coração de Deus.
Continuem lendo a Bíblia, este maravilhoso livro, a voz de Deus para nós.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
1 Samuel. 2016.
1 SAMUEL.
" 1 Samuel, 8:7-9 - Disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não é a ti que têm rejeitado, porém a mim, para que eu não reine sobre eles. Conforme todas as obras que fizeram desde o dia em que os tirei do Egito até o dia de hoje, deixando-me a mim e servindo a outros deuses, assim também fazem a ti. Agora, pois, ouve a sua voz, contudo lhes protestarás solenemente, e lhes declararás qual será o modo de agir do rei que houver de reinar sobre eles."
Samuel é o último juiz de Israel, o livro registra a sua vida, registra também o reinado e o declínio de Saul o primeiro rei e a preparação de Davi o maior rei de Israel. A autoria do livro é possivelmente de Samuel, mas há também escritos de Natã e Gade. Sua data é fim do século X aC.
O primeiro livro de Samuel tem o seu início com Elias como sumo sacerdote durante o período de Juízes. Como líder religioso certamente iniciou a sua vida em uma íntima comunhão com Deus. Em sua palavra dirigida a Ana e no seu ensinamento concedido a Samuel, demonstrando clara compreensão dos propósitos e do chamado de Deus. Mas a sua vida termina em ignomínia quando os seus filhos foram julgados por Deus a a arca da aliança caiu nas mãos dos filisteus. A morte de Elias marca o declínio da influência sacerdotal e a ascensão dos profetas em Israel. Samuel foi dedicado a obra de Deus por sua mãe, Ana, ele se tornou um dos maiores profetas de Israel, ele era um homem de oração, que arca o fim do período dos juízes, ele criou a escola dos profetas e ungiu os dois primeiros reis.
O Primeiro e o Segundo livro de Samuel, formavam primitivamente um só livro. Foi dividido em duas partes pelos tradutores da Septuaginta. Essa divisão foi seguida por Jerônimo na Vulgata Latina e pelas versões atuais. O nome do livro tem variado de tempos em tempos, tendo sido designado:Primeiro e Segundo Livro dos Reinos (na Septuaginta), Primeiro e Segundo Reis (vulgata) e Primeiro e Segundo Samuel (Tradução Hebraica e maioria das versões atuais).
PERSONAGENS PRINCIPAIS DO PRIMEIRO LIVRO
- Ana, mãe de Samuel.
- Samuel, o último dos Juízes.
- Saul, o primeiro rei de Israel.
- Davi, o rei modelo de Israel.
As fontes desse período da história são escassas. Nem o Egito nem a Mesopotâmia estavam em condições de olhar para fora de suas fronteiras, deixando as nações menores da região siro-palestina combaterem ente si. Ameaças a Israel, vindas principalmente dos filisteus, exigiam maior cooperação entre as tribos que antes foram diretamente responsáveis pela decisão de mudar para a forma monárquica de governo. Saul obteve vitórias ocasionais contra os filisteus, mas foi morto na batalha do monte Gilboa, e os filisteus assolaram a parte central da Palestina. Portanto, coube a Davi expulsá-los. Ele também obteve sucesso na expansão e controle israelita sobre a maior parte da região siro-palestina em uma série de conquistas e tratados.
Israel havia sido governado por juízes que Deus levantou em momentos cruciais da história da nação; no entanto a nação havia degenerado moralmente e politicamente. Havia estado sob a investida violenta e desumana dos filisteus. O templo de Siló estava profanado e o sacerdócio se mostrava corrupto e imoral. Em meio a essa confusão política e religiosa surge Samuel. Da mesma forma que esse nascimento trouxe alegria para sua mãe Ana, traz também mudanças radicais para a nação.
Os filhos de Samuel não refletiam seu caráter piedoso. O povo não tinha confiança nos seus filhos; por isso a medida que Samuel envelhecia, o povo pressionava para que lhes desse um rei.
Lendo 1 Samuel vemos a transição da teocracia, o governo de Deus, para a monarquia, governo humano na direção de um rei, essa escolha teve consequências ruins para toda a nação, mas, foi a escolha que eles fizeram. Devemos nos atentar para as nossas escolhas, elas devem estar na direção e vontade de Deus.
E como eu sempre termino, convido-os a leitura das sagradas escrituras, essa magna carta de beleza divinamente inspirada.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
" 1 Samuel, 8:7-9 - Disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não é a ti que têm rejeitado, porém a mim, para que eu não reine sobre eles. Conforme todas as obras que fizeram desde o dia em que os tirei do Egito até o dia de hoje, deixando-me a mim e servindo a outros deuses, assim também fazem a ti. Agora, pois, ouve a sua voz, contudo lhes protestarás solenemente, e lhes declararás qual será o modo de agir do rei que houver de reinar sobre eles."
Samuel é o último juiz de Israel, o livro registra a sua vida, registra também o reinado e o declínio de Saul o primeiro rei e a preparação de Davi o maior rei de Israel. A autoria do livro é possivelmente de Samuel, mas há também escritos de Natã e Gade. Sua data é fim do século X aC.
O primeiro livro de Samuel tem o seu início com Elias como sumo sacerdote durante o período de Juízes. Como líder religioso certamente iniciou a sua vida em uma íntima comunhão com Deus. Em sua palavra dirigida a Ana e no seu ensinamento concedido a Samuel, demonstrando clara compreensão dos propósitos e do chamado de Deus. Mas a sua vida termina em ignomínia quando os seus filhos foram julgados por Deus a a arca da aliança caiu nas mãos dos filisteus. A morte de Elias marca o declínio da influência sacerdotal e a ascensão dos profetas em Israel. Samuel foi dedicado a obra de Deus por sua mãe, Ana, ele se tornou um dos maiores profetas de Israel, ele era um homem de oração, que arca o fim do período dos juízes, ele criou a escola dos profetas e ungiu os dois primeiros reis.
O Primeiro e o Segundo livro de Samuel, formavam primitivamente um só livro. Foi dividido em duas partes pelos tradutores da Septuaginta. Essa divisão foi seguida por Jerônimo na Vulgata Latina e pelas versões atuais. O nome do livro tem variado de tempos em tempos, tendo sido designado:Primeiro e Segundo Livro dos Reinos (na Septuaginta), Primeiro e Segundo Reis (vulgata) e Primeiro e Segundo Samuel (Tradução Hebraica e maioria das versões atuais).
PERSONAGENS PRINCIPAIS DO PRIMEIRO LIVRO
- Ana, mãe de Samuel.
- Samuel, o último dos Juízes.
- Saul, o primeiro rei de Israel.
- Davi, o rei modelo de Israel.
As fontes desse período da história são escassas. Nem o Egito nem a Mesopotâmia estavam em condições de olhar para fora de suas fronteiras, deixando as nações menores da região siro-palestina combaterem ente si. Ameaças a Israel, vindas principalmente dos filisteus, exigiam maior cooperação entre as tribos que antes foram diretamente responsáveis pela decisão de mudar para a forma monárquica de governo. Saul obteve vitórias ocasionais contra os filisteus, mas foi morto na batalha do monte Gilboa, e os filisteus assolaram a parte central da Palestina. Portanto, coube a Davi expulsá-los. Ele também obteve sucesso na expansão e controle israelita sobre a maior parte da região siro-palestina em uma série de conquistas e tratados.
Israel havia sido governado por juízes que Deus levantou em momentos cruciais da história da nação; no entanto a nação havia degenerado moralmente e politicamente. Havia estado sob a investida violenta e desumana dos filisteus. O templo de Siló estava profanado e o sacerdócio se mostrava corrupto e imoral. Em meio a essa confusão política e religiosa surge Samuel. Da mesma forma que esse nascimento trouxe alegria para sua mãe Ana, traz também mudanças radicais para a nação.
Os filhos de Samuel não refletiam seu caráter piedoso. O povo não tinha confiança nos seus filhos; por isso a medida que Samuel envelhecia, o povo pressionava para que lhes desse um rei.
Lendo 1 Samuel vemos a transição da teocracia, o governo de Deus, para a monarquia, governo humano na direção de um rei, essa escolha teve consequências ruins para toda a nação, mas, foi a escolha que eles fizeram. Devemos nos atentar para as nossas escolhas, elas devem estar na direção e vontade de Deus.
E como eu sempre termino, convido-os a leitura das sagradas escrituras, essa magna carta de beleza divinamente inspirada.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Rute. 2016.
Rute.
" Rute, 1:16 - Respondeu, porém, Rute: Não me instes a que te abandone e deixe de seguir-te. Porque aonde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo será o meu povo, o teu Deus será o meu Deus."
Em nossa caminhada pelos livros da Bíblia, estamos agora no livro de Rute que é o terceiro livro dos históricos do antigo testamento, vindo logo depois dos Juízes e antecedendo o livro de primeira Samuel. A autoria deste livro, embora alguns creiam que foi Samuel, mas evidencias internas sugerem que ele foi escrito após a morte de Samuel, sua data vem de algum tempo depois dos juízes, provavelmente entre ( 1375---1050 aC. ) um período obscuro na história de Israel, onde as pessoas queriam apenas agradar a si mesmas.
Historicamente o livro de Rute descreve eventos da vida de uma determinada família de Israel durante o tempo dos juízes, as pessoas chaves dessa história é Rute, Noemi e Boaz. Geograficamente o contexto é a terra de Moabe, a leste do mar morto, o restante do livro é em Belém de Judá e sua vizinhança. O livro também mostra como uma Moabita veio a ser a bisavó do Rei Davi. O livro também é a história da graça de Deus em meio às difíceis circunstâncias, este fato ocorreu no período dos juízes, período de desobediência, idolatria e violência. Mesmo em momento de crise e desespero existem aqueles que se mantém fiéis a Deus, que estão sempre firmes, sempre haverá pessoas assim, que se mantém íntegras e firmes na presença de Deus, não se desviando nem para direita e nem para esquerda.
A vida de Rute foi guiada pela fidelidade a Deus e as pessoas que conhecia, para sermos leais e amorosos em nossos relacionamentos, devemos ser fiéis e verdadeiros com as pessoas que nos cercam. Rute demonstrou grande generosidade a Noemi. Em troca, Boaz revelou sua grande bondade a Rute, uma pobre e desprezada Moabita. Rute também demonstra grande caráter moral mediante sua lealdade com Noemi, ao romper com os costumes de sua terra trabalhando nos campos de cevada, vemos os cuidados e a proteção de Deus sobre a vida das duas, e seu controle supremo acima de todas as coisas.
Devemos confiar que Deus está no controle de tudo, ainda que a nossa vida pareça estar de cabeça para baixo, devemos crer nele e confiar cada vez mais nele.
Quando conhecemos Rute ela era uma viúva sem espectativa de vida, ao acompanharmos sua união com o povo de Deus, e o risco de sua honra na eira de Boaz, finalmente a vemos tornar esposa dele. Veja aí um retrato de Cristo; começamos sem esperança e espectativa, estrangeiros e rebeldes sem parte alguma no reino de Deus, quando então, colocamos a nossa fé em Jesus, entregando nossas vidas a ele, Deus nos salvou e perdoou nossos pecados, reescrevendo a nossa história, e nos concedendo bênçãos que duraram a vida toda, a história de Rute se identifica com a nossa, a redenção de Rute através de Boaz é um retrato da nossa remissão através de Cristo Jesus. Aquela mulher mudou sua história quando se decidiu pelo verdadeiro Deus, a coragem e o amor dela para com o povo de Deus, lhe trouxe nova vida.
Rute foi escrito com intuito de nos ajudar a ver os sinais da graça de Deus em nossas vidas, e para nos ajudar a confiar em sua graça, mesmo quando as nuvens são tão grossas que não podemos ver a estrada e muito menos os sinais ao lado. Vamos voltar e lembrar que foi Deus que agiu no sentido de transformar cada revés em um trampolim para a alegria, e que é Deus que está planejando o nosso bem, portanto, devemos confiar nele, crer na sua gloriosa palavra.
Mais uma vez amigos leitores, eu voz convido a ler essa magna carta que é a Bíblia sagrada, a descobrir através de sua leitura a voz de Deus, a paz para o teu coração e o caminho certo para vida eterna.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
" Rute, 1:16 - Respondeu, porém, Rute: Não me instes a que te abandone e deixe de seguir-te. Porque aonde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo será o meu povo, o teu Deus será o meu Deus."
Em nossa caminhada pelos livros da Bíblia, estamos agora no livro de Rute que é o terceiro livro dos históricos do antigo testamento, vindo logo depois dos Juízes e antecedendo o livro de primeira Samuel. A autoria deste livro, embora alguns creiam que foi Samuel, mas evidencias internas sugerem que ele foi escrito após a morte de Samuel, sua data vem de algum tempo depois dos juízes, provavelmente entre ( 1375---1050 aC. ) um período obscuro na história de Israel, onde as pessoas queriam apenas agradar a si mesmas.
Historicamente o livro de Rute descreve eventos da vida de uma determinada família de Israel durante o tempo dos juízes, as pessoas chaves dessa história é Rute, Noemi e Boaz. Geograficamente o contexto é a terra de Moabe, a leste do mar morto, o restante do livro é em Belém de Judá e sua vizinhança. O livro também mostra como uma Moabita veio a ser a bisavó do Rei Davi. O livro também é a história da graça de Deus em meio às difíceis circunstâncias, este fato ocorreu no período dos juízes, período de desobediência, idolatria e violência. Mesmo em momento de crise e desespero existem aqueles que se mantém fiéis a Deus, que estão sempre firmes, sempre haverá pessoas assim, que se mantém íntegras e firmes na presença de Deus, não se desviando nem para direita e nem para esquerda.
A vida de Rute foi guiada pela fidelidade a Deus e as pessoas que conhecia, para sermos leais e amorosos em nossos relacionamentos, devemos ser fiéis e verdadeiros com as pessoas que nos cercam. Rute demonstrou grande generosidade a Noemi. Em troca, Boaz revelou sua grande bondade a Rute, uma pobre e desprezada Moabita. Rute também demonstra grande caráter moral mediante sua lealdade com Noemi, ao romper com os costumes de sua terra trabalhando nos campos de cevada, vemos os cuidados e a proteção de Deus sobre a vida das duas, e seu controle supremo acima de todas as coisas.
Devemos confiar que Deus está no controle de tudo, ainda que a nossa vida pareça estar de cabeça para baixo, devemos crer nele e confiar cada vez mais nele.
Quando conhecemos Rute ela era uma viúva sem espectativa de vida, ao acompanharmos sua união com o povo de Deus, e o risco de sua honra na eira de Boaz, finalmente a vemos tornar esposa dele. Veja aí um retrato de Cristo; começamos sem esperança e espectativa, estrangeiros e rebeldes sem parte alguma no reino de Deus, quando então, colocamos a nossa fé em Jesus, entregando nossas vidas a ele, Deus nos salvou e perdoou nossos pecados, reescrevendo a nossa história, e nos concedendo bênçãos que duraram a vida toda, a história de Rute se identifica com a nossa, a redenção de Rute através de Boaz é um retrato da nossa remissão através de Cristo Jesus. Aquela mulher mudou sua história quando se decidiu pelo verdadeiro Deus, a coragem e o amor dela para com o povo de Deus, lhe trouxe nova vida.
Rute foi escrito com intuito de nos ajudar a ver os sinais da graça de Deus em nossas vidas, e para nos ajudar a confiar em sua graça, mesmo quando as nuvens são tão grossas que não podemos ver a estrada e muito menos os sinais ao lado. Vamos voltar e lembrar que foi Deus que agiu no sentido de transformar cada revés em um trampolim para a alegria, e que é Deus que está planejando o nosso bem, portanto, devemos confiar nele, crer na sua gloriosa palavra.
Mais uma vez amigos leitores, eu voz convido a ler essa magna carta que é a Bíblia sagrada, a descobrir através de sua leitura a voz de Deus, a paz para o teu coração e o caminho certo para vida eterna.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Juízes. 2016.
JUÍZES.
" Juízes, 17:6 - Naquelas dias não havia rei em Israel; cada qual fazia o que parecia bem aos seus olhos. "
Dos livros históricos juízes é o segundo deles, o livro de Juízes fala de doze heróis, doze homens e mulheres que libertaram Israel de seus opressores, estes homens não eram perfeitos, mas, eram submissos a Deus, que por sua vez usou-os. O livro de Juízes também fala do pecado e suas consequências, uma vez que isso era uma constante na vida do povo de Israel, quando estavam em aperto e aflição, consequência de seus pecados, buscavam a Deus, misericordioso o pai levantava os juízes para dar livramento ao seu povo, mas era o juiz morrer e o povo caia em pecado.
Podemos dizer que o livro dividi-se livro em três partes, na primeira vemos a conquista incompleta da terra e a desobediência e derrota. Na parte dois vemos o resgate de Israel pelos juízes.
Primeiro período: Otoniel.
Segundo período: Eude e Sangar.
Terceiro período: Débora e Baraque.
Quarto período: Gideão, Tola, Jair.
Quinto período: Jefté, Ibsã, Elom, Abom.
Sexto período: Sansão.
Na terceira parte vemos o fracasso moral de Israel, a idolatria na tribo de Dã e guerra contra a tribo de Benjamin. Apesar dos esforços dos juízes, as pessoas não se voltavam para Deus de todo o coração, todos faziam o que achavam que era melhor para si, o resultado foi o declínio, espiritual moral e político da nação.
A apostasia era presente no tempo dos juízes os relatos de Josué e juízes nos deixam em dúvida sobre como os israelitas puderam desprezar tudo que Deus fizera por eles anteriormente. Porém devemos destacar que o monoteísmo era exclusividade de Israel, que se iniciou no Sinai. O monoteísmo era uma visão radical da divindade, pois não estava subordinado a nada e ninguém, além de ser autônomo e não ser manipulado por nenhum tipo de ritual de culto. Nas religiões do Oriente Médio Antigo os deuses eram contatados por rituais de fertilidade e sacrifícios humanos e se manifestavam nos fenômenos naturais. Não tinham um padrão ético elevado, pois refletiam a própria natureza humana, além de dependerem dos humanos para a realização de suas tarefas; logo isso gerava a manipulação da divindade. O povo de Israel era um ajuntamento de clãs e não estava preparado para fazer um ajuste tão drástico em sua forma de pensar e se relacionar com a divindade, por isso foram muito influenciados pelo paganismo cananeu, chegando a tratar Deus como uma das divindades pagãs cananéia, conforme os profetas indicaram muitos séculos .
Ao ler o livro de Juízes, preste atenção a estes heróis da história judaica, note a sua dependência de Deus e obediência aos seus comandos observe o declínio de Israel ao pecado, quando a nação se recusava a aprender com a história e vivia apenas o momento da bênção, mas, acima de tudo, fique atento a misericórdia de Deus ao libertar o seu povo repetidas vezes.
Devemos nos atentar aos livros da Bíblia sagrada e aprender com eles, com os seus erros, a palavra de Deus nos ensina a sermos servos verdadeiros, fiéis e obedientes. Leia os livros históricos da Bíblia, aprenda com eles lições de áureo valor para a vida cristã.
Jesus está voltando.
Deus abençoe.
" Juízes, 17:6 - Naquelas dias não havia rei em Israel; cada qual fazia o que parecia bem aos seus olhos. "
Dos livros históricos juízes é o segundo deles, o livro de Juízes fala de doze heróis, doze homens e mulheres que libertaram Israel de seus opressores, estes homens não eram perfeitos, mas, eram submissos a Deus, que por sua vez usou-os. O livro de Juízes também fala do pecado e suas consequências, uma vez que isso era uma constante na vida do povo de Israel, quando estavam em aperto e aflição, consequência de seus pecados, buscavam a Deus, misericordioso o pai levantava os juízes para dar livramento ao seu povo, mas era o juiz morrer e o povo caia em pecado.
Podemos dizer que o livro dividi-se livro em três partes, na primeira vemos a conquista incompleta da terra e a desobediência e derrota. Na parte dois vemos o resgate de Israel pelos juízes.
Primeiro período: Otoniel.
Segundo período: Eude e Sangar.
Terceiro período: Débora e Baraque.
Quarto período: Gideão, Tola, Jair.
Quinto período: Jefté, Ibsã, Elom, Abom.
Sexto período: Sansão.
Na terceira parte vemos o fracasso moral de Israel, a idolatria na tribo de Dã e guerra contra a tribo de Benjamin. Apesar dos esforços dos juízes, as pessoas não se voltavam para Deus de todo o coração, todos faziam o que achavam que era melhor para si, o resultado foi o declínio, espiritual moral e político da nação.
A apostasia era presente no tempo dos juízes os relatos de Josué e juízes nos deixam em dúvida sobre como os israelitas puderam desprezar tudo que Deus fizera por eles anteriormente. Porém devemos destacar que o monoteísmo era exclusividade de Israel, que se iniciou no Sinai. O monoteísmo era uma visão radical da divindade, pois não estava subordinado a nada e ninguém, além de ser autônomo e não ser manipulado por nenhum tipo de ritual de culto. Nas religiões do Oriente Médio Antigo os deuses eram contatados por rituais de fertilidade e sacrifícios humanos e se manifestavam nos fenômenos naturais. Não tinham um padrão ético elevado, pois refletiam a própria natureza humana, além de dependerem dos humanos para a realização de suas tarefas; logo isso gerava a manipulação da divindade. O povo de Israel era um ajuntamento de clãs e não estava preparado para fazer um ajuste tão drástico em sua forma de pensar e se relacionar com a divindade, por isso foram muito influenciados pelo paganismo cananeu, chegando a tratar Deus como uma das divindades pagãs cananéia, conforme os profetas indicaram muitos séculos .
Ao ler o livro de Juízes, preste atenção a estes heróis da história judaica, note a sua dependência de Deus e obediência aos seus comandos observe o declínio de Israel ao pecado, quando a nação se recusava a aprender com a história e vivia apenas o momento da bênção, mas, acima de tudo, fique atento a misericórdia de Deus ao libertar o seu povo repetidas vezes.
Devemos nos atentar aos livros da Bíblia sagrada e aprender com eles, com os seus erros, a palavra de Deus nos ensina a sermos servos verdadeiros, fiéis e obedientes. Leia os livros históricos da Bíblia, aprenda com eles lições de áureo valor para a vida cristã.
Jesus está voltando.
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